Mensagem do Quico
Sobre oVentor em África, mais precisamente, em Moçambique
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| Vejam como a Diana de Marrupa era linda em 1968. Ela foi uma bela cachorrinha que, pequenina, acompanhava o Ventor com a mesma sagacidade que sua mãe o veio a fazer, mais tarde, em Vila Cabral | ||||
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Quico |
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Olá, amigos!
Estou aqui, nesta outra janela, para vos falar da estadia do Ventor por terras de África! Claro que estou autorizado pelo Ventor, senão nem me atrevia a relatar aqui este pequeno grande nicho da sua vida! O Ventor conta-me as histórias a 100%, mas eu, nalguns casos, só vos posso contar aí a 30-40 %, para não melindrar ninguém. Sim, porque, como devem calcular, as guerras causam melindres a muita gente e daí falar-vos, apenas e só, da estadia do Ventor por aquelas paragens lindas da «Mãe Negra». Com o tempo falarei das suas passagens por Luanda e Lourenço Marques (hoje Maputo), da sua pequena estadia de 4 dias em Nacala, da sua viagem na automotora para Nova Freixo e das suas estadias em, Nova Freixo (Cuamba), Marrupa e Vila Cabral (Lichinga). Darei umas pinceladas sobre os rios Lugenda, Rovuma, Messalo e Lúrio. Não esquecerei o Lago Niassa e os povos daquela bela terra do Niassa, os Ajauas, os Macuas e os Nianjas. Também não poderei deixar de dar algum cheirinho da guerra que por lá se travou, mas muito pouco para o cheiro a pólvora não se tornar enjoativo. Tudo isto vos irei contando a brincar! Claro que darei prioridade aos amigos do Ventor – leopardos, hienas, leões, fococheros, changos, pacaças, patos, rolas, pombos, perdizes, codornizes, escorpiões, mamba negra, mamba verde …e não esquecerei os seus Companheiros de Guerra. Tudo isto, claro, pela linda terra a que chamamos Moçambique. |
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| Vamos então
acompanhar o
Ventor em África,
pelas savanas! Comecemos pelas
Grande Vitórias ou, então, regressemos |
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